Conteúdo que gera visualização e conteúdo que gera pipeline são coisas diferentes
Doze mil visualizações soa bem, até alguém perguntar quantas viraram cliente. É aí que aparece a diferença entre conteúdo que aparece e que vende.
Todo time de marketing já apresentou um número de alcance numa reunião e sentiu o silêncio da diretoria em seguida. Doze mil visualizações soa bem, até alguém perguntar quantas dessas visualizações viraram cliente. Nesse momento, a diferença entre conteúdo que aparece e conteúdo que vende fica dolorosamente clara.
Duas famílias de métrica, e só uma paga a conta
Existem métricas de vaidade: alcance, curtida, compartilhamento, número de seguidores. Elas são fáceis de conseguir, fáceis de mostrar num slide, e quase sempre desconectadas do que realmente importa para o negócio. E existem métricas de receita: quantos leads aquele conteúdo gerou, quantos desses leads viraram oportunidade, quantas dessas oportunidades fecharam. Só a segunda família responde à pergunta que a diretoria realmente faz: esse investimento voltou?
O funil que a métrica de alcance esconde
O problema de olhar só para o topo é que ele infla a sensação de sucesso. Cinquenta mil pessoas alcançadas parece um resultado enorme, até você seguir o funil até o fim e perceber quantas etapas existem entre alcançar alguém e fechar negócio com ele.
Não é 'quantas pessoas viram isso'. É 'quantas dessas pessoas eu consigo rastrear até uma venda'. Se a resposta é 'não sei', o conteúdo pode estar funcionando muito bem ou nada bem, e ninguém tem como saber qual das duas.
Rastrear até o fim, não só até o clique
A raiz do problema quase sempre é a mesma: falta de rastreamento que atravesse todo o funil, do conteúdo até o fechamento. Um blog pode gerar muita visita e pouca venda. Um case de cliente pode gerar pouca visita e muita venda. Sem UTM consistente e sem essa origem sobrevivendo até o CRM, é impossível saber qual dos dois vale mais o investimento de produção.
Quando essa rastreabilidade existe, a conversa de marketing muda de figura. Em vez de "postamos oito conteúdos esse mês", vira "o case de cliente do setor X gerou três oportunidades que ninguém mais gerou". É esse tipo de frase que justifica orçamento e orienta o que produzir a seguir.
No mid-market brasileiro, muita empresa ainda mede marketing de conteúdo pelo alcance, porque é o número mais fácil de conseguir. É esse vazamento de rastreabilidade que a Analytics de Marketing da Martic foi construída para fechar, conectando cada peça de conteúdo ao pipeline que ela de fato gerou.
Sabe qual dos seus conteúdos realmente gera venda?
Rastreamos origem do conteúdo até o fechamento, não só até o clique. Fale com o time Martic.
Falar com o time Martic